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Mostrando postagens de outubro, 2013

O DIA EM QUE DANCEI PARA O ALVIN AILEY

                               O  DIA EM QUE DANCEI PARA O ALVIN AILEY                 Sempre gostei da dança, mais para apreciar do que fazer, meu corpo nunca ajudou muito, sem falar na minha total falta de graça. Mas, perseverar é do meu temperamento, portanto ao longo da minha vida sempre estive metida em algum tipo de aula, do balé clássico, ao moderno, sapateado, jazz e afro. Talvez dessas modalidades a que me saí um pouco melhor foi na dança afro, afinal batuque e meneios de corpo toda a brasileira, de um jeito ou de outro, tem.             Mercedes Batista era a professora. Uma mulata que fez parte do corpo de baile do Municipal e deve ter sofrido muito preconceito na época, pois não havia solos para dançarinas negras. Com o tempo, tornou-se professora respeit...