PROVA DE MATEMÁTICA.
Berta era uma aluna regular num colégio onde sua mãe ensinava. Havia matérias em que alcançava notas excelentes e em outras, não. Era o caso da matemática. O professor avisou: estude bastante porque senão terá chances de ser reprovada. Eram outros tempos. Berta estudou e muito. No dia da prova, confiante, começou a responder as questões. Fácil, fácil, até que se deparou com algumas relativas à Geometria. Embatucou logo na primeira. Pensou e pensou, e se conhecendo sabia que não adiantava ir a diante e depois voltar à questão. Lascou um "não sei". Mal sabia ela que Cintia, que sentava atrás dela estava de botuca na sua prova, e colava como uma diligência a toda prova. E atrás de Cintia outras meninas que usavam o mesmo método. Berta entregou a prova, confiante, mesmo sabendo que na questão Geometria não alcançaria a nota máxima, mas pensava numa média em torno de 8,5.
Provas corrigidas, o professor adentrou na sala, trazendo-as numa pasta. Sentou-se e as foi distribuindo. Quando chegou a vez de Berta, ele anunciou alto e em bom som. "Zero." Naquela época era assim e ninguém ficava traumatizado. Berta se surpreendeu. "Como, professor, eu sei que acertei praticamente todas as questões". O professor então, mostrou a prova. No item em que Berta respondeu "não sei", Cintia lascou um "nem eu", e assim foi até a última da fileira. Todas também levaram zero.
Provas corrigidas, o professor adentrou na sala, trazendo-as numa pasta. Sentou-se e as foi distribuindo. Quando chegou a vez de Berta, ele anunciou alto e em bom som. "Zero." Naquela época era assim e ninguém ficava traumatizado. Berta se surpreendeu. "Como, professor, eu sei que acertei praticamente todas as questões". O professor então, mostrou a prova. No item em que Berta respondeu "não sei", Cintia lascou um "nem eu", e assim foi até a última da fileira. Todas também levaram zero.
Comentários
Postar um comentário